Individuação
A individuação, em geral, é o processo de formação e particularização do ser individual e, em especial, é o desenvolvimento do indivíduo psicológico como ser distinto do conjunto, da psicologia coletiva.
— C. G. Jung
O instituto Dédalus dedica-se ao ensino da psicologia complexa de C. G. Jung, tendo como norte o rigor epistemológico, o entendimento dos conceitos em seu contexto histórico e a fidelidade ao método proposto por Jung, para levar os seus alunos com segurança a compreensão de que Jung jamais tentou "substituir a realidade por palavras".

Fundamentos
Conceitos vivos que sustentam a clínica, a pesquisa e a formação no Instituto Dédalus.
A individuação, em geral, é o processo de formação e particularização do ser individual e, em especial, é o desenvolvimento do indivíduo psicológico como ser distinto do conjunto, da psicologia coletiva.
O si-mesmo, como conceito empírico, designa o âmbito total de todos os fenômenos psíquicos no homem. Expressa a unidade e totalidade da personalidade global. Mas na medida em que esta, devido à sua participação inconsciente, só pode ser consciente em parte, o conceito de si-mesmo é, na verdade, potencialmente empírico em parte e, por isso, um postulado, na mesma proporção.
Enquanto um símbolo for vivo, é a melhor expressão de alguma coisa. E só é vivo enquanto cheio de significado. [...] Um símbolo é vivo só quando é para o observador a expressionão melhor e mais plena possível do pressentido e ainda não consciente. Nestas condições operacionaliza a participação do inconsciente.
Uma camada mais ou menos superficial do inconsciente é indubitavelmente pessoal. Nós a denominamos inconsciente pessoal. Este, porém, repousa sobre uma camada mais profunda, que já não tem sua origem em experiências ou aquisições pessoais, sendo inata. Esta camada mais profunda é o que chamamos inconsciente coletivo. Eu optei pelo termo “coletivo” pelo fato de o inconsciente não ser de natureza individual, mas universal;
A sombra constitui um problema de ordem moral que desafia a personalidade do eu como um todo, pois ninguém é capaz de tomar consciência desta realidade sem dispender energias morais. Mas nesta tomada de consciência da sombra trata-se de reconhecer os aspectos obscuros da personalidade, tais como existem na realidade.
O conceito de arquétipo, que constitui um correlato indispensável da ideia do inconsciente coletivo, indica a existência de determinadas formas na psique, que estão presentes em todo tempo e em todo lugar. A pesquisa mitológica denomina-as “motivos” ou “temas”;
Lato sensu conduzida por analistas e pesquisadores, com aprofundamento na obra de C. G. Jung e prática clínica supervisionada, integrando história, epistemologia e cultura.
Agenda
Encontros, ciclos de palestras e aulas abertas da comunidade Dédalus.
Corpo docente